“Tempero sul-mato-grossense”, por Helton Costa

Ivinhema - MSA gente não nasce sul-mato-grossense. Eita pêga! Estranho, “né”? Pois é! O fato é que vamos nos descobrindo com o tempo Continuar lendo

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Cruzadas pós-modernas no Estado nada laico

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As cruzadas de antigamente

Na época das Cruzadas, com a desculpa de defender o cristianismo (ok, não era só por isso), a religião pegou em armas para matar muçulmanos. Venceu algumas batalhas, perdeu outras, mas a morte em nome de deus, dos dois lados, para eles era justificável. Continuar lendo

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Celulares

no moreA frieza das palavras fazia do frio lá de fora um Verão

Não era o que estava a ser escrito, eram as reticências que se escondiam por trás de cada frase

A incompreensão proposital ou em medida dissimulada fazia parte do “jogo” desde que se conheceram Continuar lendo

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Harmonia e caos

Ela preferia o caos e ele a harmonia

Ela preferia o caos e ele a harmonia

A pele branca contrastava com os cabelos negros e o batom vermelho

Sem muita chance de ficar sem ver, acompanhou aqueles movimentos como se não mais fossem repetir-se nesta vida

Hipnotizado, não viu outra saída que não fosse tentar harmonizar aquele contraste com a própria presença ao lado dela Continuar lendo

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Miragem noturna

Paisagem do noturna do sul... (Foto: Unochapecó)

Paisagem do noturna do sul… (Foto: Unochapecó)

O vulto na escuridão pareceu familiar

Ao mesmo tempo não era ninguém.

Os caminhos que trazem e levam ainda são os mesmos

Porém, nele não está mais o tropeiro, Continuar lendo

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Vida que some

 
                                                                                                            Helton Costa
 
Foto: Prefeitura de Ponta Grossa

Foto: Prefeitura de Ponta Grossa

O sol de fim de tarde vai pondo por trás de um mausoléu

O dia se vai para dar lugar à noite por atrás de um muro com folhagem
A esperança em uma vida pós-morte e em um Deus sobressalta aos olhos em centenas de cruzes
Nem o vento faz barulho algum. É só a frieza do chão e do ar
O silêncio da morte tem cor
É branco, talvez um pouco cinza pela água que escorreu para dentro da terra e por cima dos ossos que um dia tiveram carne e alma
Por cima da terra, grandes monumentos para compensar ausências
Abaixo dela, todos iguais, na mesma condição, como poderia ter sido em vida…
O sol some, a vida some. Resta a escuridão e a esperança que o sol brilhe novamente no dia seguinte.
 
Ponta Grossa, agosto de 2014
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A derrota da vilã

????????Não estava no cinema, nem na TV ou na Internet

Ninguém viu o filme passando em sua cabeça Continuar lendo

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